Séries novas, mas nem tanto.

Estou assistindo várias séries agora que estou meio órfã e esperando as estréias da minhas preferidas.

Uma das que eu comecei a assistir foi The West Wing. Ainda não me conquistou, mas adorei a participação da Cuddy, e é lógico, adoro ver Rob Lowe em ação. Mas acredito que a série tem potencial, só vi 4 episódios, e tem tanta gente fala bem dela, sem contar que é do Aaron Sorkin, o mesmo criador de Studio 60 On The Sunset Strip (ótima série, uma das minhas preferidas, quem não viu está perdendo tempo, é só uma temporadazinha).

Outra que comecei a ver foi Entourage, só vi o piloto, e só tenho uma coisa a dizer: “É uma série para homens”. Vou me esforçar e ver se consigo assistir mais episódios, afinal, tenho um colega que super me recomendou a série, e como ele é fã de Friday Night Lights, tenho que dar crédito. hehe

A outra série que estou assistindo é In Treatment. Meu deus! A série consegue te prender por 20min naquela salinha do consultório do Paul. Adoro a paciente de quarta, a menina suicida, ela é tão inteligente e tão desconfiada ao mesmo tempo. Gosto de personagens assim. A de segunda também me agrada, mas eu tenho medo dela, tão bipolar, uma hora tá ruim e na outra tá ótima. Se eu fosse o Paul, também teria receio de atendê-la. Já o de terça feira, é muito arrogante . Adoro quando o Paul faz ele refletir. E o casal de quinta é bem bacana também. Sempre quis saber o acontece dentro de um consultório psiquiatra, não que seja real, mas a ficção já supre a minha curiosidade.

A ultima série que estou assistindo, na verdade revendo, é Os Normais. Ah, como essa sitcom é boa! Rui e Vani estão no meu coração.

Bom, é isso, com o tempo coloco aqui qual dessas séries me conquistou.

Mad Men 4ª temporada está muito boa.

Pois é, tenho que pedir desculpas de novo pela demora de posts novos.  Tentarei postar mais vezes aqui e ser mais breves nos comentários.

Então vamos lá.

Mad Men está uma maravilha. To ficando com tanta peninha do Don sem os filhos e a família. O cara parece perdidão na vida pessoal, mas mesmo assim, ele não fica sozinho, sempre arruma alguém para satisfazer as suas necessidades. É a vizinha… Opa, não, essa ainda não foi traçada. Mas a secretária nova sim, e ela se deu mal… não entendeu que o Don só queria “one night stand”. Situação péssima para o Don também, ele pode pegar tantas, por que foi escolher a do trabalho?! Tudo bem que agora ele já está de olho na Dra. Faye Miller, mas vamos ver onde isso vai dar.

Ah, mas fiquei com mais pena ainda no episódio que ele vai pra L.A. visitar a única amiga. Que triste não poder fazer nada nessas situações, sei lá se era melhor ele falar ou não. Sei que foi muito triste ele indo embora.

Bom, mas vamos deixar essa parte da vida pessoal de lado e falar da vida profissional. Ahhhh, como o Don é o cara. O episódio da Honda foi sensacional! Só ele mesmo para ter idéias brilhantes, foi lindo ver a “Sterling Cooper Draper Pryce” enganando a concorrência. Já no episódio da premiação, o Don podia dar uma atenção maior pra Peggy, tudo bem que ele é o gênio, mas ela se esforça tanto. Adoro a Peggy, ela é tão pra frente.

E o meu casal preferido, Sterling e Joan, eles estão tão morninhos, mas foi ótimo ver a Joan chamando a atenção do Sterling no caso Honda. Adoro a tensão entre eles e como um cuida do outro. Sou contra as traições, mas bem que esses dois podiam se acertar. haha

Bom, sei que o 4.07 já saiu. Então, logo menos, comentários sobre ele.

The Good Wife – 1.10 – 1.23

Queridos leitores, desculpem-me pela demora de novos posts aqui no blog, mas semana passada estava viajando e não tive como assistir mais seriados e postar aqui. Mas desde que voltei, já assisti The Good Wife, os novos episódios de Mad Men e terminei a 2ª temporada de Damages. É, eu me esforcei. Ao longo da semana vou colocando meus comentários aqui.

Pois é, acabei de ver The Good Wife esse fim de semana. Acho que assisti uns 10 episódios no mesmo dia. Mas foi bom, deu para descansar depois de uma semana bem agitada.

Olha, devo dizer que a série não me surpreendeu mais. A trama foi se resolvendo normalmente sem muitos problemas, exceto pelo episódio que o Peter sai de casa atrás da Alicia, e aí o alarme toca, e os filhos ficam sem saber o que fazer, aí começa a tocar o telefone, a filha atende, o cara desliga, o filho pega o skate e quebra o equipamento de segurança, o Peter volta para casa com a Alicia e a polícia não descobre realmente o que aconteceu. Ah meu deus! Como eu fiquei tensa essa hora! Mas como eu disse, foi o único momento, que eu me lembre, que eu me envolvi com a série.

Vou dar destaque para alguns episódios, como o do Colin Sweeney, o cara que matou a mulher e era todo sinistro pro causa disso. O melhor desse episódio foi ele dando aquele quadro bizarro, tipo mangá, para Alicia e confirmando assim que foi ele quem cometeu o crime. O penúltimo episódio em que ele volta e mata por acidente a mulher que perseguia ele também foi bom, menos macabro e mais cômico. Mas deve ser difícil defender um cara isolando os casos passados e levando em conta somente os fatos do crime atual. Toda profissão tem seu lado ruim .

Outro episódio bem legal foi o que começa com o júri decidindo se uma menina tinha matado a colega por causa do “namorado” (coloquei entre parênteses, porque, pra mim, sair duas vezes com um cara não é namorar). Foi legal a exposição dos fatos pelo que o júri ia lembrando. Gosto quando as séries dinamizam o jeito de contar a história. Bom, no final das contas, a menina resolveu fazer o acordo e não acreditou que o júri a inocentou. Se eu tivesse na situação dela eu acreditaria. Não admito ser punida por algo que eu não fiz, ia ter esperança até o fim.

Ah, e o episódio em que Alicia beija o Will e depois volta e faz amor com o marido é muito bom também. Deu uma apimentada nesse triangulo que tava muito, mas muito fraquinho. Adoro essas atitudes inesperadas da Alicia, ela é tão certinha e sempre tenta fazer o melhor e quando ela faz esse tipo de coisa espontânea da até uma alegria em ver que ela é um ser humano com tristezas, dúvidas e necessidades.

Bom, falando um pouco dos personagens vou começar pelas crianças. Mas que filhos mais espertinhos não?! Principalmente o Zack, primeiro ele descobre q as fotos são falsas, depois coloca uma câmera na entrada de casa para saber quem que tá deixando os envelopes e depois, em segundos, pensa em pegar o skate, quebrar o equipamento de segurança e salvar o pai da prisão. Ele só peca em alguns setores, onde a cabeça de baixo fala mais alto. O que foi aquela Becca, o mininha insuportável. Achei que o término do namoro foi meio simplista, poderiam ter explorado mais, mas foi ótimo. O que me deixa  desconfiada é se a menina não vai aparecer grávida na temporada que vem… Mas vamos ver o que acontece.

O Peter ainda não me convenceu de que ele é um bom moço. Concordo totalmente com a Alicia de ainda não se entregar e ficar na dúvida sobre um possível divórcio ou não. O que eu gosto é da idéia da família toda reunida e feliz, mas ainda acho que tem muita história para ser contata para que isso se torne realidade. Na verdade, se isso acontecer, a série acabaria, por isso acho que vai demorar um pouco.

Até que eu gostaria de ver um romance do Will com a Alicia, mas sei lá, aí ia acabar com a família perfeita. Tudo bem que iam agitar as coisas na vida da Alicia, mas sei lá. Acho o Will boa pinta, mas as pessoas falam mal dele. E aí, eu fico esperando ele ser um canalha e apunhalar alguém pelas costas. Tenho um pé atrás com ele.

Adorei aquele cowboy perito em balística. Deu um tom cômico para a Diane e mostrou o lado tímido e inseguro dela. E coitadinho do Cary, gostava dele, talvez por ter participado de Gilmore Girls, mas ele me pareceu uma boa pessoa. Agora com o Cary trabalhando contra a Stern, Lockhart & Gardner tudo vai mudar e ele vai passar um dos vilões. Ou não .

Eu tava até gostando do possível romance com a Kalinda. Tudo bem que é melhor ela solteira e toda misteriosa, gosto dela assim, mas as investidas dele eram engraçadas. Agora que falei de Kalinda, devo dizer que adoooro essa personagem. Além de descobrir tudo o que acontece nos casos e ser amiga da Alicia, ela é misteriosa. Isso deixa a personagem muito mais interessante. Sem contar que a firma não ganharia metade dos casos se não fosse por ela.

A personagem que mais me surpreendeu foi a Jackie. De vovozinha chatinha e intrometida para vovó que sabe o que acontece em sua volta e que briga pela felicidade da família. Adorei a conversa dela com o pastor Isaiah.

Agora para encerrar só faltou a Alicia. Ah, ao longo desses episódios ela não mudou muito. Gosto da personagem, mas como eu disse antes, gosto mais quando ela é espontânea.

Ah, estava esquecendo de comentar o final. Odeio finais que ficam em aberto. Não que foi ruim o episódio, mas odeio ficar esperando 4 meses para ver o que acontece. Tudo bem que agora só vou ter que esperar um mês, mas ainda sim, fico curiosa. Bom, eu acho que ela vai subir e dar a mão para o marido, mas depois vai ouvir o que o Will tem a falar. E aí muita história vai acontecer… hehe

Bom, no final das contas, gostei da série. Recomendo. Não entrou para as minhas favoritas, mas é boa. Espero que as próximas temporadas sejam excelentes.

Até.

The Good Wife – 1.01 a 1.09

Comecei a assistir The Good Wife quando a série foi lançada, lá pra setembro do ano passado. Ouvi dizer que era uma das melhores séries que estavam estreando na temporada junto com Modern Family (que é ótima) e resolvi ver se era mesmo. Assisti a 4 episódios e, a primeira vista, achei legalzinho. Mas não me conquistou muito, na verdade acho que eu tinha um certo preconceito com série de advogados, mas realmente achei pouco interessante o plot.

Depois de começar a assistir Damages, comecei a gostar dos tribunais e The Good Wife voltou à minha mente me fazendo assistir a mais episódios. Agora estou no nono e estou gostando muito. A trama principal do escândalo do Peter Florrick e a relação com a Alicia estão evoluindo e ficando muito interessante. Cada peça do quebra-cabeça está sendo desvendada aos poucos e me deixando cada vez mais curiosa. Também tenho q dizer que a Sra. Florrick me cativou. No começo, achava-a muito sem sal, sem muita expressão e, às vezes, meio que sem sentimentos. Mas adorei ver a evolução da personagem e como ela está lidando com toda essa situação. No trabalho ela é excelente, não tem uma pessoa que possa falar mal do trabalho dela. Todo caso que pegou até agora ganhou e ganhou bonito. Já a relação com os filhos é boa, mas o trabalho não a deixa passar muito tempo com os filhos e esses ficam agindo muitas vezes da maneira errada, tudo bem que é para proteger a mãe, mas se eles tivessem mais tempo juntos, acredito que a relação seria outra, no entanto, adoro essa relação. Já a relação com a Jackie, avó das crianças e mãe do Peter, é um pouco estranha, a relação não chega a ser ruim, afinal as duas querem o melhor para a família, mas que a Jackie é irritante ela é. Não gostaria de ter uma avó assim não.

Mas a relação que eu mais gosto de ver evoluir é a dela com o marido. O marido, apesar de eu não saber se ele ta falando a verdade, eu gosto dele e das atitudes que ele toma pra consertar tudo. E parece que a Alicia está vendo isso também. Adorei o beijo no final do episódio 09, ela entrou, beijou e foi embora. Foi lindo! Agora quero mais. Ainda bem que tem mais um montão de episódios para ver. Depois eu volto aqui para deixar minhas conclusões do resto da temporada.

Ah, estou no meio da segunda temporada de Damages e devo dizer que ela tá MUITO BOA! Quando eu terminar eu volto aqui.

É isso.

PS. Esqueci de comentar a péssima vinheta de abertura de The Good Wife. Nossa, como é tosquinha com aquelas fotos, podiam ter feito uma coisa mais elaborada ou mais simples, mas do jeito que tá é muito ruim.

Mad Men – 4.01


Estava ansiosa para a volta de Mad Men. Antigamente, ela era uma série que não me atraía muito. Achava Don Draper muito canalha, mas ao longo das temporadas fui conhecendo mais esse personagem. Ainda não morro de amores por ele, mas entendo mais suas atitudes.

Pois então, assisti a primeira e segunda temporada porque falavam que a série era muito boa e muito bem produzida. E realmente é. Ela é linda, com ótima fotografia e direção de arte. Adoro os figurinos, sem contar que acho bem legal o fato da série se passar nos anos 60 e mostrar como as coisas funcionavam naquela época. Mas foi na terceira temporada que a série me cativou. O final foi espetacular, Don Draper e seus amigos passando a perna nos ingleses e montando a sua própria agência. Por isso estava ansiosa pra 4ª temporada, queria ver como essa nova agência se firmaria no mercado, além de querer saber como seria a relação de Don com a Betty, afinal eles tinham se separado na temporada passada.

Gostei muito do primeiro episódio dessa temporada, Joan estava ótima, apesar de aparecer pouco, ela sempre faz o que é certo no trabalho. Uma pessoa que me passa segurança naquela agência é ela, e ainda bem que o Roger sabe disso. Gostei muito da Peggy também, ela está mais confiante e consegue expor mais suas opiniões para Don. Peggy é, pra mim, a melhor personagem na série. Deve ser porque eu sou mulher e ela representa a força feminina no mercado de trabalho. Mas adoro quando ela tem iniciativa e consegue impor suas idéias. Mudando de personagem, a Betty tá bem chatinha, ô mulherzinha chata e mimada que não sabe o que quer da vida. Tudo bem que deve ser difícil ser uma mulher separada naquela época, mas pelo amor , sai da casa do ex-marido, ou então, como Don Draper sugeriu, compra a casa de vez. Não vou nem comentar a relação dela com os filhos, vou deixar pra outro episódio.

Indo para os homens da série, vamos começar pelo Harry, que está como sempre esteve. Ele sempre faz o melhor pra empresa, mas no final o trabalho todo não adianta pra nada. Já o Pete está melhor, agora que ele tem mais prestígio na empresa não demonstrou sinais daquele minino mimado que era antes. Adoro quando o Pete tá assim, prestativo e no lugar que ele deveria estar, sem almejar por outro cargo. O Roger também estava como eu gosto, cuidando e pensando no bem estar de Don. Até tentou arrumar uma garota pra fazer companhia pro amigo no dia de ação de graças. Apesar, que eu gosto mais quando ele tem diálogos com a Joan, mas ainda está no começo e tem muita história a ser contada.

E o Sr. Draper, ah, ele estava ótimo. No começo tentou não arranjar briga com a Betty, mas devido às atitudes dela ele foi pra cima e brigou pelo que era dele (tudo bem que na relação dos dois eu fico muito confusa, porque eu ainda o acho muito canalha por ter feito tudo o que fez pra Betty, mas ela tá muito chata agora, por isso eu não sei pra quem torcer). Quanto ao papel dele na empresa, ficou bem claro pra mim e pra ele. Don é o cara, a agência só existe por causa do nome dele, e foi nesse episódio, com uma ajudinha da Peggy, que ele percebeu isso. Foi ótimo o final quando ele dá uma entrevista para outro jornal e mostra que ele entendeu que é o cara. Adorei!

Agora quero mais.

Chuck – Comic Con 2010

E ae gente!

Queria me desculpar por demorar tanto para fazer posts novos aqui no blog, mas semana passada eu tive que viajar e não tive tempo de assistir nenhuma série.

Mas agora estou de volta, e aproveitando a única semana de férias comecei a me atualizar no mundo das séries vendo o que aconteceu na Comic Con 2010. Pra quem não sabe, a Comic Con é uma convenção que expõe as novidades no mundo nerd. Inicialmente abordava só quadrinhos, mas hoje em dia abriu espaço para os mangás, animes, animações, filmes e séries de TV. Os famosos “painéis” contam com a presença da maioria do elenco e dos criadores das séries ou dos filmes abordados. Normalmente as séries e filmes convidados para a Comic Con, são sobre ficção científica, fantasia, ou como eu gosto de falar, temas nerdinhos.

O Painel que eu mais queria ver esse ano era o de “Chuck”. Ainda não tive a oportunidade de falar dessa série aqui, mas eu AMO “Chuck”. É uma série divertida, light, com romances e muita ação.

Bom, o painel foi bem divertido, contou com a participação de todo elenco principal e dos criadores Chris Fedak e Josh Schwartz. Abordaram temas como a relação de Chuck e Sarah, que continuarão como casal e falaram também sobre Chuck e Morgan que serão agora uma dupla de espiões bem desastrados. Nessa nova temporada, Chuck estará à procura da Mãe que será, segundo as palavras de Joss Schwartz, uma mãe “bad ass” e será interpretada pela atriz Linda Hamilton, a Sarah Connor do filme “O exterminador do futuro” (“Chuck” sempre convida atores que são famosos na comunidade nerd). Além disso, falaram que a Alex, a filha do Coronel Casey, estará de volta. A CIA agora tomará conta da Buy More e agora Chuck terá total controle de sua mente.

No começo do painel, todos entraram dançando bem descontraídos ao som de Bad Romance e distribuindo camisetas “nerds”. Foi divertido ver o elenco de “Chuck”, o Morgan me pareceu o mais engraçado, mas todos fizeram muitas piadas, menos as mulheres, que pareciam mais reservadas. Só não gostei que o painel foi muito curto, com apenas 20 minutinhos, sem contar que não deixaram tempo para o público fazer perguntas, que na minha opinião é uma pena, pois é sempre do público que saem as melhores perguntas e as mais engraçadas também.

Um dia quem sabe espero poder ir até San Diego e conferir a Comic Con de perto.

Bom, vou deixar os links dos vídeos do painel de “Chuck” e assim que eu assistir o painel do Joss Whedon com o J.J. Abrams eu posto meus comentários aqui.

Até.

Damages – 1ª temporada


Fui assistir Damages porque meus amigos de TCC (Kz e Ju) falavam muito bem da série. Falavam que era fenomenal, que Patty Hewes era f*, e que eu devia assistir. Peguei a série com a Ju, mas demorei pra começar a assistir. Eu sou assim, sempre enrolo pra começar uma nova série. Depois desse tempo encarando os episódios assisti aos três primeiros. Não me agradaram muito, achei bem dark, com muito mistério e eu não tava entendendo muito a história. Mas sabe como é mistério, fica na nossa cabeça até a gente descobrir tudo. Então resolvi assistir o resto e também dar mais uma chance pra essa série que muita gente falava bem. Assisti toda a temporada em duas madrugadas também, e adorei! Nuuoossa! Como a série é boa. Ela vai te conduzindo direitinho, revelando detalhe por detalhe e você vai ficando cada vez mais intrigado, querendo saber de tudo. No começo achava a Ellen muito bobona e ingênua, mas como a minina mudou. Mostrou que era esperta, que sabia tudo que estava fazendo e mostrou-se fria e calculista. Também, depois do que você descobre que aconteceu com ela, não tinha como não mudar. Patty Hewes também, muito fria e calculista, pra mim sempre que tinha um problema com ela eu não ficava preocupada, sabia que era uma armação da Patty e que tudo ia dar certo pra ela no final. Achei-a bem interessante, gostei principalmente da relação dela com o filho, que menino mais prepotente, só pode ter aprendido com a mãe mesmo. Ah, não poderia deixar de comentar as ótemas atuações de Glenn Close. Meu deus, a mulher é muito boa! Mas se eu fosse escolher entre Ellen e Patty eu ficava com a Ellen, sempre torço pra mocinha. Eu gosto do vilão, gosto de conhecer sua personalidade e principalmente seu lado humano, mas no final sempre torço pra quem foi injustiçado. Tenho certeza que Kz e Ju não vão concordar comigo porque eles amam Patty Hewes, mas eu torço pra Ellen! Na verdade verdadeira, torço pra que Patty amoleça um pouco o coração e as duas se acertem, mas acho meio difícil isso acontecer, sem contar que eu acho que ia ficar chato. Eu sei que é isso que eu quero que aconteça, mas quando acontecer, a série vai perder a graça. Bom, vamos ver o que Patty Hewes vai fazer pra que tudo aconteça jeito que ela quer. Que venha a segunda temporada de Damages!

PS: por favor, sem spoilers da segunda e terceira temporada nos comentários! Agradecida :D

Firefly

Adoro Joss Whedon. Acho que foi isso que me fez assistir Firefly – bom, isso e Luluba (grande amigo) e mais dois blogs super recomendando a série. Bom, depois de muito tempo peguei os episódios com o Luluba e só no começo das férias fui assistir. Mas assisti em grande estilo, do jeito que eu gosto. Assisti todos episódios seguidos, sem nada e nem ninguém pra me perturbar (tudo bem q parei um pouco pra conversar com umas pessoas no MSN, conferi o twitter e fiz um lanchinho), mas assisti metade numa madrugada e metade na outra. Tá, você pode contar 3 dias porque eu assisti Serenity só na outra madrugada, mas Serenity pode também não ser considerada Firefly… well, whatever.

Depois de ver Buffy, Dollhouse e agora Firefly (ainda preciso ver Angel, mas não sei quando esse dia vai chegar) percebi que Joss Whedon curte muito as mulheres, principalmente quando elas lutam, se beijam e salvam todo mundo. Além disso, o cara gosta de uma briga entre grandes corporações contra as minorias, é sempre assim, sempre tem um órgão maior que é burro ou do mal e as minorias são sempre as mais espertas e do bem, é claro.  Ele também curte apocalipses e grandes batalhas (é por isso que os finais são sempre ótimos). E como o cara é bom nos diálogos, com frases perfeitas em momentos perfeitos, e sem falar sobre os discursos inspiradores, e é claro do humor. Ah como eu gosto do Joss!

Bom, vamos ao que interessa. De cara adorei ver que Morena Bacarin era parte do elenco principal – ah que legal, uma brasileira trabalhando com Joss Whedon. Depois vi que conhecia muito mais gente ali, o padre malvado que participou da sexta temporada de Buffy era Mal, mas isso eu já sabia. Em Buffy eu odiava o cara, também, ele era do mal, mas o Mal com “M” maiúsculo me conquistou, adorei seu jeito de ser, cowboi, durão, mas bom e justo! Falando em outras participações conhecidas, Adam Baldwin, o Coronel Casey de Chuck, também está em Firefly, mas ele não me conquistou muito não, bobo, muito oportunista com pouco caráter, prefiro mto mais o Coronel Casey! Tivemos também a doutora má/gênio de Dollhouse que em Firefly é Rivers e continuou sendo gênio e estranha, só não era má, ma era a peça especial, tipo a Dawn de Buffy. Seu irmão, o Dr. Simon, não conhecia, mas achei bunitinho e gostei do par com a Kaylee, ela era tão adorável. Pena que não deu pra desenvolver muito. Falando em desenvolver o que não foi pra frente e podia muito ter ido era o romance do Capitão com a Acompanhante. Ah, como eu esperei por pelo menos um beijinho entre eles. Bom, faltou falar da Zoe e do Walsh, gostava mais do piloto do que “da braço direito” do capitão Mal. Walsh era mais engraçado. E por último o Padre, que cara enigmático e muito peculiar. Adorava ele, mas podia ter aparecido mais no filme Serenity, assim como Inara que também ficou muito sumida.

A série no todo me agradou, achei um pouco estranho o cenário galáctico misturado com um faroeste, mas como eu disse, depois de um tempo gostei, me apeguei aos personagens e a história. Pena que acabou cedo, com apenas 14 episódios fiquei sem final. Tudo bem que descobri que tinha o Serenity pra me dar um final digno, mas não foi bem assim. O que me deixou mais triste foi não ver a história do Pastor se desenvolver mais e revelar como o cara tinha tanta experiência em certos assuntos. E também a história de amor entre Mal e Inara, ah como eu gosto de histórias de amor, ainda mais essas complicadas. Pena que a Fox bagunçou toda a exibição de Firefly nos EUA e cancelou a coitada da série antes mesmo de pessoas como eu poderem se apaixonar. Mas valeu a pena, adorei meu feriado!

E ae!!!

E ae pessoal.

Bom,  faz tempo que eu estava pra fazer esse blog, mas sempre surgiam imprevistos ou desculpas que me impediam de fezê-lo. Agora ta pronto, não tem mais volta. Este bolg tratará, na sua maioria das vezes, de séries. Sou apaixonada por elas e adoro comentar aquelas que assisto, que já assisti e que vou assistir. Bom, sejam bem-vindos!

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